Temos aqui um embate filosófico entre Rodion e Porfiri (juiz responsável pelo caso do assassinato). Para além das teses, é interessante como Porfiri esfrega a estupidez da proposta de Rodion, que o coloque em uma armadilha: se ele se acha um extraordinário, então estaria desculpado de cometer um crime, como matar uma velha usurária.
Depois do aparecimento de um homem que o acusa, começam os sonhos alucinando sobre o crime. Importante mencionar que no sonho as pessoas riem dele, como se o considerassem um palhaço incompetente.