O livro mal começou e já aparece a primeira idiotice masculina: Ares, o deus da guerra, é um completo babaca. Um deus que precisa exibir músculos para se provar não merece respeito.
Gostei muito da ousadia da Afrodite ao jogar na cara dos dois que não os ama. Ao mesmo tempo, isso é triste: a deusa do amor parece ser também a mais solitária. Ela provoca amor nos outros, mas não vive o seu. Sempre tive curiosidade sobre Afrodite, e logo no início do livro já dá para perceber essa solidão.
Estou adorando a narração da Afrodite sobre como conduziu Hazel e James ao amor justamente às vésperas da guerra.