Que dor deve ser, para uma mulher, lutar tanto para engravidar e, quando finalmente consegue, sofrer um aborto espontâneo. O mundo dela desmorona, e nada do que os outros façam é capaz de apagar uma das experiências mais devastadoras de sua vida. Deve ser ainda pior atravessar grande parte desse processo sem o apoio do cônjuge, como se ela tivesse que ser “forte o suficiente” sozinha, apenas por ser quem carrega o filho.
Quanto mais leio, mais certeza tenho de que esses dois são mentirosos em nível alarmante. Casamento pressupõe confiança — e eles não seguem esse princípio em momento algum.
E quanto mais tempo passam isolados nessa capela, mais claro fica que estou diante de um dos casais mais disfuncionais que já li. São mentiras sucessivas, sempre disfarçadas de “é para o seu bem”, que eles contam um ao outro… e a si mesmos.